Skip to content
Informação Nutricional Informação Nutricional
  • Receitas
    • Bolos
    • Com Arroz
    • Com carnes
    • Com frango
    • Pizza
    • Sorvete
    • Tortas
  • Saúde
    • Emagrecer
    • Fitness
    • Gravidez
    • Saúde do Homem
    • Anabolizantes
    • Estética
    • Dores
    • Remédios Caseiros
    • Vitaminas
    • Tratamentos Naturais
    • Bula
  • Tabela Nutricional
    • Bebidas
    • Carnes
      • Bovina
      • Frango
      • Peru
      • Suína
      • Frutos do Mar
    • Cereais
    • Frutas
    • Gorduras e Óleos
    • Leite e Derivados
    • Verduras, Hortaliças
  • Bula
  1. Home
  2. Novidades
  3. Alimentação para atividade física: guia completo e prático
Novidades

Alimentação para atividade física: guia completo e prático

AA

 Alimentação para atividade física: guia completo e prático

Índice

Toggle
  • Alimentação para atividade física: guia completo e prático
    • O que é alimentação para praticantes de atividade física
    • Fundamentos da nutrição para atividade física
      • Macronutrientes e suas funções
      • Hidratação e eletrólitos
      • Micronutrientes de atenção especial
    • Como montar o prato do praticante
      • Exemplo de cardápio pré e pós treino
    • Estratégias por objetivo
      • Para quem busca ganho de massa muscular
      • Para quem busca emagrecimento com atividade física
      • Para endurance (corrida, ciclismo, triatlo)
      • Para praticantes de atividades coletivas
    • Suplementação: quando faz sentido
    • Mitos comuns sobre alimentação e atividade física
    • Como avaliar se a dieta está adequada
    • Quem deve ter cuidado especial
    • Hidratação detalhada por tipo de treino
    • Timing dos nutrientes ao redor do treino
      • Antes do treino (1 a 3 horas antes)
      • Durante o treino (treinos longos)
      • Após o treino (até 2 horas)
    • Comparativo de fontes proteicas
    • Alimentos funcionais que ajudam a recuperação
    • Ajuste calórico: como calcular de forma simples
    • Perguntas Frequentes (FAQ)
      • Quantas refeições por dia são ideais para quem pratica atividade física?
      • Posso treinar todos os dias fazendo a mesma dieta?
      • Carboidrato à noite é realmente prejudicial?
      • Creatina faz mal?
      • Whey protein substitui uma refeição?
    • Conclusão
    • Referências consultadas
    • Veja tambem
    • Perguntas Frequentes (FAQ)
      • 1. Quantas refeições por dia são ideais para quem pratica atividade física?
      • 2. Posso treinar todos os dias fazendo a mesma dieta?
      • 3. Carboidrato à noite é realmente prejudicial?
      • 4. Creatina faz mal?
      • 5. Whey protein substitui uma refeição?

Alimentação para atividade física: guia completo e prático

O que é alimentação para praticantes de atividade física

O que é alimentação para praticantes de atividade física - imagem ilustrativa
O que é alimentação para praticantes de atividade física

A alimentação para praticantes de atividade física engloba o conjunto de estratégias nutricionais voltadas a sustentar o desempenho, favorecer a recuperação muscular, repor estoques de energia e contribuir para a saúde geral de quem se exercita com regularidade. Diferente da alimentação convencional, esse recorte considera variáveis como volume, intensidade e frequência dos treinos, além de particularidades individuais de idade, sexo, composição corporal e objetivos, seja ganho de massa, emagrecimento, melhora de performance ou saúde cardiovascular.

A literatura em nutrologia esportiva, reunida em documentos da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (SBAN) e em revisões publicadas pelo International Journal of Sport Nutrition and Exercise Metabolism, mostra que a dieta do praticante precisa cobrir adequadamente macronutrientes, micronutrientes e água, com ajustes conforme o tipo de exercício predominante (aeróbico, anaeróbico ou misto).

Fundamentos da nutrição para atividade física

Fundamentos da nutrição para atividade física - imagem ilustrativa
Fundamentos da nutrição para atividade física

Macronutrientes e suas funções

Os carboidratos continuam sendo a principal fonte de energia para a contração muscular durante exercícios de intensidade moderada a alta. As recomendações da American College of Sports Medicine (ACSM), endossadas no Brasil pelo Conselho Federal de Nutricionistas (CFN), indicam ingestões que variam de 3 a 5 gramas por quilograma de massa corporal por dia para treinos recreativos, podendo chegar a 8 a 12 g/kg/dia para atletas de endurance de alto volume. Boas fontes incluem arroz integral, batata doce, aveia, mandioca, pães integrais, frutas e leguminosas.

As proteínas são essenciais para a síntese proteica muscular, reparo de microlesões e adaptação ao treino. Para praticantes de força, a recomendação costuma girar entre 1,2 a 2,0 g/kg/dia, distribuídas em refeições ao longo do dia, com destaque para fontes de alto valor biológico como ovos, leite e derivados, carnes magras, peixes, frango, tofu, tempeh e leguminosas combinadas com cereais.

As gorduras desempenham papel hormonal, energético e estrutural, devendo representar cerca de 20 a 35% do valor calórico total, com preferência por fontes insaturadas: azeite de oliva extravirgem, abacate, castanhas, sementes (chia, linhaça, girassol) e peixes gordurosos como salmão e sardinha.

Hidratação e eletrólitos

A água é o nutriente mais esquecido, embora seja crítico. Perdas de apenas 2% do peso corporal em água já podem comprometer o desempenho, segundo dados da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte (SBME). Para sessões de até 60 minutos em clima ameno, água é suficiente. Em treinos prolongados ou sob calor, recomenda-se reposição com soluções contendo carboidratos (6 a 8%) e eletrólitos como sódio e potássio.

Micronutrientes de atenção especial

Vitaminas do complexo B (especialmente B1, B2 e B6) participam do metabolismo energético. O ferro é crucial para o transporte de oxigênio, sendo relevante principalmente para mulheres em idade fértil e corredores de longa distância. O cálcio e a vitamina D são fundamentais para a saúde óssea, especialmente em praticantes de impacto. Magnésio e zinco também merecem atenção, com impacto em contração muscular e imunidade.

Como montar o prato do praticante

Uma forma prática de visualizar a refeição é usar o método do prato, adaptado pelo Ministério da Saúde e replicado em materiais do CFN:

  • Metade do prato: vegetais e legumes (brócolis, couve, abobrinha, cenoura, folhas verdes, tomate)
  • Um quarto do prato: fonte de proteína (ovos, frango, peixe, carne magra, tofu, leguminosas)
  • Um quarto do prato: fonte de carboidrato complexo (arroz, batata, mandioca, macarrão integral, quinoa)
  • Acompanhamento: uma fruta de sobremesa e uma fonte de gordura boa (azeite, castanhas, abacate)
  • Bebida: água ou água de coco natural

Exemplo de cardápio pré e pós treino

Refeição Horário sugerido Composição Objetivo
Café da manhã 1h a 1h30 antes do treino Tapioca com queijo branco, mamão, café Energia disponível
Lanche pré treino 30 a 45 min antes Banana com aveia Energia rápida
Pós treino (até 1h após) Logo após o treino Whey ou leite com frutas e granola Recuperação muscular
Almoço Refeição principal Arroz, feijão, frango grelhado, salada colorida Reposição geral
Jantar 2h a 3h antes de dormir Peixe assado, batata doce, brócolis, azeite Recuperação noturna

Os horários e porções precisam ser individualizados por profissional habilitado, considerando rotina, intensidade e estado clínico.

Estratégias por objetivo

Para quem busca ganho de massa muscular

Aumentar a oferta calórica em cerca de 200 a 500 kcal/dia, mantendo proteína alta (1,6 a 2,2 g/kg/dia segundo revisão da International Society of Sports Nutrition, ISSN) e distribuindo bem carboidratos ao redor do treino. O sono (7 a 9 horas) é tão importante quanto a dieta, pois é durante o repouso que ocorre a maior parte da síntese proteica muscular.

Para quem busca emagrecimento com atividade física

Manter déficit calórico moderado (300 a 500 kcal abaixo do gasto), preservando proteína alta para evitar perda de massa magra. Não cortar carboidratos de forma radical, pois isso compromete a performance e pode levar a perda muscular. Reeducação alimentar e exercício resistido são combinados recomendados pela SBAN.

Para endurance (corrida, ciclismo, triatlo)

Priorizar carboidratos, com período de carboidrato alto antes de provas longas e reposição durante treinos com duração superior a 90 minutos. Sódio e água merecem protocolo específico em dias quentes, com atenção à hiponatremia em provas muito longas.

Para praticantes de atividades coletivas

Combinar estratégias de endurance e força, com atenção à hidratação durante jogos e recuperação ativa no pós treino. A alimentação deve ser ajustada ao calendário de competições e intensidade dos treinos.

Suplementação: quando faz sentido

A Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte (SBME) divide suplementos em três categorias: os com evidência clara de benefício (creatina monohidratada, cafeína, proteína do soro do leite ou whey protein, beta alanina em casos específicos), os com evidência moderada (vitamina D em deficientes, ômega 3 em baixa ingestão alimentar) e os sem evidência ou com risco (estimulantes não regulamentados, fat burners sem registro, hormônios sintéticos).

Antes de iniciar qualquer suplementação, recomenda-se avaliação com nutricionista ou médico do esporte, além de exames laboratoriais quando pertinentes, conforme orienta o Conselho Regional de Nutricionistas (CRN).

Mitos comuns sobre alimentação e atividade física

  • Comer ovo faz mal aos rins: estudos recentes mostram que, em indivíduos saudáveis, o consumo moderado de ovos (até 1 por dia) é seguro e benéfico, conforme revisão publicada no British Journal of Nutrition.
  • Whey é obrigatório para hipertrofia: a proteína do soro é uma ferramenta útil, mas a hipertrofia depende principalmente de treino adequado, proteína total do dia e sono.
  • Treinar em jejum acelera o emagrecimento: pode gerar catabolismo muscular e queda de performance. A estratégia é individual e deve ser orientada por profissional.
  • Comer à noite engorda: o que importa é o total calórico e a qualidade dos alimentos, não o horário isoladamente.
  • Tomar suplemento de BCAA substitui a proteína: a ciência mostra que, com a ingestão proteica diária adequada, o BCAA adicional não traz benefício extra, segundo a ISSN.

Como avaliar se a dieta está adequada

Alguns indicadores práticos incluem:

  • Peso corporal estável (ou com variação coerente ao objetivo)
  • Recuperação satisfatória entre treinos
  • Qualidade de sono
  • Humor e disposição durante o dia
  • Exames bioquímicos regulares (hemograma, glicemia, perfil lipídico, vitamina D, ferritina)

Caso algum desses indicadores esteja prejudicado sem causa aparente, vale revisar a alimentação com nutricionista esportivo.

Quem deve ter cuidado especial

  • Pessoas com diabetes tipo 1 ou 2 precisam ajustar carboidratos e horários com profissional, evitando hipoglicemia durante o exercício.
  • Hipertensos devem moderar o consumo de sódio, especialmente em isotônicos industrializados.
  • Indivíduos com histórico de transtornos alimentares (anorexia, bulimia, vigorexia) precisam de acompanhamento interdisciplinar antes de seguir planos alimentares rígidos.
  • Gestantes e lactantes devem priorizar orientação individualizada, evitando restrição calórica.
  • Idosos devem atentar para ingestão proteica e de vitamina D, conforme protocolos da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
  • Crianças e adolescentes em fase de crescimento necessitam de aporte calórico adequado, sem déficit energético.
  • Portadores de doenças renais ou hepáticas necessitam de acompanhamento médico antes de aumentar proteína ou creatina.

Hidratação detalhada por tipo de treino

A reposição hídrica segue a recomendação da SBME: para cada quilograma perdido durante a atividade, repor 1,5 litro nas próximas horas. Antes do treino, tomar cerca de 500 ml de água duas horas antes. Durante o treino, consumir entre 150 a 350 ml a cada 15 a 20 minutos, ajustando conforme sudorese e temperatura ambiente. Após o treino, repor gradualmente até equilibrar o peso corporal. Em treinos de mais de 60 minutos, adicionar fontes de sódio (300 a 700 mg por litro) e potássio (200 a 300 mg por litro) na solução.

Timing dos nutrientes ao redor do treino

Antes do treino (1 a 3 horas antes)

Refeição rica em carboidratos moderados, proteína magra e baixa quantidade de gordura e fibra. Exemplos: pão integral com peito de peru, fruta com iogurte natural, tapioca com queijo branco.

Durante o treino (treinos longos)

Para sessões acima de 60 a 90 minutos, consumir carboidratos na forma de gel, bebida esportiva ou fruta, na dose de 30 a 60 g por hora, conforme protocolo da ACSM.

Após o treino (até 2 horas)

Janela metabólica importante para reposição de glicogênio e síntese proteica. Priorizar carboidrato de médio a alto índice glicêmico combinado com proteína de boa qualidade (proporção aproximada de 3:1 a 4:1 de carboidrato para proteína).

Comparativo de fontes proteicas

Alimento Porção Proteína (g) Gordura (g) Calorias (kcal)
Peito de frango grelhado 100 g 31 3,6 165
Ovo cozido 1 unidade (50 g) 6,3 5 78
Tilápia assada 100 g 26 2,7 130
Tofu firme 100 g 12 7 144
Lentilha cozida 100 g 9 0,5 93
Whey protein 1 scoop (30 g) 24 1,5 120
Iogurte natural integral 170 g 8 5 110

Dados adaptados da Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TBCA) e do USDA FoodData Central.

Alimentos funcionais que ajudam a recuperação

A literatura reconhece alguns alimentos com propriedades antiinflamatórias e antioxidantes que auxiliam na recuperação pós treino:

  • Cereja azeda (tart cherry): rica em antocianinas, pode ajudar na recuperação muscular
  • Beterraba: fonte de nitrato natural, melhora perfusão e performance aeróbica
  • Gengibre: efeito antiinflamatório em doses de 2 a 4 g/dia
  • Chá verde: polifenóis que auxiliam na oxidação de gorduras
  • Cacau 70% ou mais: flavonoides com ação antioxidante
  • Cúrcuma (açafrão da terra): curcumina com potencial antiinflamatório

Ajuste calórico: como calcular de forma simples

Para estimar o gasto calórico basal, pode-se usar a fórmula de Harris Benedict multiplicada pelo fator de atividade:

  • Sedentário: fator 1,2
  • Levemente ativo: fator 1,375
  • Moderadamente ativo: fator 1,55
  • Muito ativo: fator 1,725

Para emagrecer, subtrair 300 a 500 kcal. Para ganhar massa, somar 200 a 500 kcal. Esses valores servem como ponto de partida, devendo ser ajustados conforme resposta do corpo em 2 a 4 semanas.

Perguntas Frequentes (FAQ)

Quantas refeições por dia são ideais para quem pratica atividade física?

A recomendação geral é de 4 a 6 refeições, ajustadas à rotina e ao volume de treino. O mais importante é distribuir adequadamente proteína e energia ao longo do dia, com atenção especial ao período que antecede e sucede o treino. Praticantes recreacionais podem se beneficiar de 4 refeições bem compostas, enquanto atletas de alto volume podem precisar de 5 a 6 refeições ou mais.

Posso treinar todos os dias fazendo a mesma dieta?

Depende da intensidade e do volume. Para iniciantes, treinos leves diários com alimentação equilibrada costumam funcionar. Para treinos intensos e frequentes, é necessário ajustar carboidratos, proteínas e micronutrientes conforme a carga semanal, com monitorização da recuperação e do sono.

Carboidrato à noite é realmente prejudicial?

Não existe regra universal. O que importa é o total calórico, a qualidade do carboidrato e o contexto individual. Atletas de força, por exemplo, podem se beneficiar de uma fonte de carboidrato lento à noite para repor glicogênio. Para quem busca emagrecimento, ajustar o total do dia é mais relevante do que cortar a refeição noturna.

Creatina faz mal?

Estudos de longo prazo (até 5 anos) não demonstram efeitos adversos renais ou hepáticos em adultos saudáveis, conforme revisões da International Society of Sports Nutrition. A orientação é manter hidratação adequada e usar 3 a 5 g/dia de creatina monohidratada, preferencialmente sem fase de saturação.

Whey protein substitui uma refeição?

Não. O whey é um suplemento, uma fonte concentrada de proteína. Deve ser inserido na dieta para complementar a ingestão diária, e não substituir refeições completas que oferecem fibras, vitaminas e minerais. A proteína alimentar de fontes naturais sempre terá prioridade quando a ingestão está adequada.

Conclusão

A alimentação para praticantes de atividade física é uma ferramenta estratégica que potencializa resultados, acelera a recuperação e protege a saúde. Mais do que seguir modismos ou protocolos rígidos, o caminho é construir uma base alimentar equilibrada, com alimentos de verdade, ajustar macronutrientes conforme o objetivo e buscar acompanhamento profissional para individualizar a estratégia. Com disciplina, paciência e ajustes regulares, a dieta se torna uma aliada consistente da performance e da qualidade de vida.

Referências consultadas

  • Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (SBAN). Diretrizes sobre nutrição esportiva. Disponível em: sban.org.br
  • Conselho Federal de Nutricionistas (CFN). Documentos orientadores para nutrição na atividade física. Disponível em: cfn.org.br
  • American College of Sports Medicine (ACSM). Position Stand on Nutrition and Athletic Performance. Medicine & Science in Sports & Exercise.
  • International Society of Sports Nutrition (ISSN). Position stands sobre proteína, creatina e cafeína. Journal of the ISSN.
  • Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte (SBME). Diretrizes sobre suplementos. Disponível em: smbe.org.br
  • Organização Mundial da Saúde (OMS). Recomendações de ingestão de açúcares, gorduras e sódio. Disponível em: who.int
  • Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TBCA). Universidade de São Paulo (USP). Disponível em: tbca.net.br
  • USDA FoodData Central. Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Disponível em: fdc.nal.usda.gov
  • ANVISA. Regulamento Técnico sobre Rotulagem Nutricional. Disponível em: anvisa.gov.br
  • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Diretrizes de prevenção cardiovascular. Disponível em: cardiol.br
  • Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Protocolos nutricionais para idosos. Disponível em: sbgg.org.br

Disclaimer: Este conteúdo é informativo e educativo, não substitui consulta com médico ou nutricionista habilitado. Antes de iniciar, modificar ou suplementar a dieta, especialmente na presença de doenças preexistentes, gestação, lactação ou uso de medicamentos, procure orientação profissional individualizada. As informações refletem o conhecimento disponível até a data de publicação deste artigo.

Veja tambem

  • Descubra Tudo Sobre O Imc Guia…
  • Naproxeno Guia Completo Para Uso Seguro…
  • Guia Completo De Beneficios Porcoes E…
  • Treino De Corrida Para Emagrecimento Guia…

Perguntas Frequentes (FAQ)

1. Quantas refeições por dia são ideais para quem pratica atividade física?

A recomendação geral é de 4 a 6 refeições, ajustadas à rotina e ao volume de treino. O mais importante é distribuir adequadamente proteína e energia ao longo do dia, com atenção especial ao período que antecede e sucede o treino. Praticantes recreacionais podem se beneficiar de 4 refeições bem compostas, enquanto atletas de alto volume podem precisar de 5 a 6 refeições ou mais.

2. Posso treinar todos os dias fazendo a mesma dieta?

Depende da intensidade e do volume. Para iniciantes, treinos leves diários com alimentação equilibrada costumam funcionar. Para treinos intensos e frequentes, é necessário ajustar carboidratos, proteínas e micronutrientes conforme a carga semanal, com monitorização da recuperação e do sono.

3. Carboidrato à noite é realmente prejudicial?

Não existe regra universal. O que importa é o total calórico, a qualidade do carboidrato e o contexto individual. Atletas de força, por exemplo, podem se beneficiar de uma fonte de carboidrato lento à noite para repor glicogênio. Para quem busca emagrecimento, ajustar o total do dia é mais relevante do que cortar a refeição noturna.

4. Creatina faz mal?

Estudos de longo prazo (até 5 anos) não demonstram efeitos adversos renais ou hepáticos em adultos saudáveis, conforme revisões da International Society of Sports Nutrition. A orientação é manter hidratação adequada e usar 3 a 5 g/dia de creatina monohidratada, preferencialmente sem fase de saturação.

5. Whey protein substitui uma refeição?

Não. O whey é um suplemento, uma fonte concentrada de proteína. Deve ser inserido na dieta para complementar a ingestão diária, e não substituir refeições completas que oferecem fibras, vitaminas e minerais. A proteína alimentar de fontes naturais sempre terá prioridade quando a ingestão está adequada.

Aviso: este conteudo e informativo e nao substitui orientacao medica ou nutricional profissional. Consulte um nutricionista registrado (CRN) ou medico antes de fazer mudancas significativas na sua dieta, especialmente em casos de doencas pre-existantes, gestacao ou uso de medicamentos.

Compartilhe:

Posts Anteriores
Próximo post

Luiza C. Kozak

author

Sou Luiza C. Kozak, autora do blog Informação Nutricional e pesquisadora dedicada ao fascinante universo da nutrição e dos alimentos. Minha paixão é investigar, aprender e compartilhar tudo o que descubro sobre alimentação, saúde e bem-estar. Acredito que informação de qualidade transforma vidas, por isso me esforço para traduzir pesquisas científicas em conteúdos claros, práticos e acessíveis para o dia a dia. No blog, falo desde tendências alimentares até análises detalhadas de nutrientes, desmistificando rótulos e promovendo escolhas mais conscientes. Se você também acredita no poder do conhecimento para uma vida mais saudável, seja bem-vindo(a) para embarcar comigo nessa jornada pelo mundo da nutrição.

Fazer um comentário Cancel reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Turbo Fit 30 dias

Esse me impressionou, é o barato que finalmente funciona!

Publicações Recentes

  • Prebióticos: alimentos que alimentam as bactérias boas do intestino
  • Alimentação para atividade física: guia completo e prático
  • Probióticos: espécies, doses e eficácia clínica comprovada
  • Glutamina para imunidade: funciona? O que a ciência diz
  • Whey concentrado, isolado e hidrolisado: diferenças e como escolher

Comentários

  1. Fitoesteróis: o que são, fontes e como agem no colesterol - Informação Nutricional em Descubra a Culinária Hispânica: Uma Viagem com Sylvia Klinger.
  2. FIIs e grupamento: como o processo afeta o preço da cota em Como a Vitamina B12 Afeta Acne e Saúde da Pele
  3. Ômega 3 para ganho de massa: o papel do suplemento na hipertrofia - Informação Nutricional em Suplementos para ganho de massa muscular: tudo que você precisa saber
  4. Dieta sem glúten: guia completo para celíacos e intolerantes - Informação Nutricional em Descubra tudo sobre o imc: guia completo para sua saúde
  5. Creatina monohidratada: o suplemento mais estudado pela ciência - Informação Nutricional em Descubra o melhor horário para tomar creatina e turbinar seus resultados
Relacionados Mais opções para você!
Prebióticos: alimentos que alimentam as bactérias boas do intestino - hero
Novidades

Prebióticos: alimentos que alimentam as bactérias boas do intestino

by Luiza C. Kozak 6 27min para ler

Prebióticos são fibras e compostos não digeríveis que chegam intactos ao cólon e servem de alimento para as bactérias benéficas

Probióticos: espécies, doses e eficácia clínica comprovada - hero
Novidades

Probióticos: espécies, doses e eficácia clínica comprovada

by Luiza C. Kozak 2 24min para ler

Probióticos são microrganismos vivos com benefícios comprovados à saúde, mas exigem cepa, dose e indicação corretas. Este guia técnico apresenta

Glutamina para imunidade: funciona? O que a ciência diz - hero
Suplementos

Glutamina para imunidade: funciona? O que a ciência diz

by Luiza C. Kozak 6 20min para ler

A glutamina é um aminoácido essencial em situações de estresse, usado como combustível por células do sistema imune. Descubra o

Informação Nutricional Informação Nutricional
Novidades
Vida e Saúde
Fitness
Nutrição
Alimentação Saudável
Política de Privacidade
Contato
Copyright © 2026. Todos os direitos reservados - Informação Nutricional
Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.